Antes de qualquer conta.
Todo gestor chega vendendo campanha. Eu chego examinando. Em meia hora eu aponto, na sua própria tela, os furos por onde o cliente escapa antes de virar venda. Sem slide, sem proposta, sem preço no fim. Mesmo que a gente nunca mais se fale.
Você contratou o gestor do relatório colorido e nunca entendeu o que ele fazia. Já impulsionou post porque o botão estava ali, já chamou o freelancer barato, já se perdeu sozinho no Gerenciador. E no fim, a sensação de sempre: lead ruim, curioso, sem dinheiro, ou que some.
Enquanto isso, um concorrente que você sabe que é pior aparece mais e vende mais. Não foi burrice sua: te venderam solução sem nunca olharem o seu negócio. Empurraram a caixa de remédio na porta sem consultar o paciente.
O seu problema nunca foi falta de anúncio. É que ninguém nunca te mostrou por onde o dinheiro já está escapando.
Quem chega vendendo campanha empurra a caixa na porta sem examinar. Eu examino primeiro, mostro o raio-x na tela, aponto o furo e só então prescrevo.
Todo mundo olha pra torneira: “preciso de mais alcance”, “preciso aparecer mais”. Mas o dinheiro não escapa ali. Escapa no cano: no WhatsApp que responde quatro horas depois, no perfil que junta curtida e não gera pedido, no orçamento que ninguém retomou, na cadeira vazia do no-show.
Anúncio não conserta cano furado. Só faz a água (o seu dinheiro) vazar mais rápido.
Não é sobre anunciar mais. É sobre parar de perder o que já chega. Vê qual desses você sente toda semana.
Você joga dinheiro e não sabe pra onde vai. A verba está indo pra público ou criativo errado, ou nem existe distribuição.
Se você fosse o seu próprio cliente, por que compraria hoje e não mês que vem? Repara que não está claro. E o que não é claro, não vende.
Olha o seu perfil pela cabeça de quem nunca te viu: em cinco segundos dá pra saber o que você faz e como te chamar? É aqui que a pessoa trava e vai embora.
Clique não paga boleto, venda paga. Você pagou pelo clique só pra entregar o cliente pronto pra quem respondeu primeiro. O lead esfria na fila da recepção.
Da última leva de quem pediu preço e sumiu, quantos você retomou? É dinheiro que já entrou pela porta e você deixou sair sem correr atrás.
Existe um buraco entre o clique e o “sim” onde a oportunidade cai, e é nesse degrau que a venda está morrendo em silêncio.
Não é técnica secreta nem fórmula mágica. É critério: saber onde olhar, o que medir, o que cortar, o que escalar e o que nunca prometer. Ferramenta sem diagnóstico é remédio sem consulta.
Antes de anunciar, eu examino. Varro os seis pontos e nomeio o furo-mãe: o que sangra mais e a gente estanca primeiro.
Onde o dinheiro vazaO que o Raio-X mostrou vira prescrição. Não é “te mando o orçamento”. É o caminho, com escopo fechado, começo e fim claros.
O que eu prescrevoA menor estrutura que capta e não vaza: anúncio, oferta, página, WhatsApp, follow-up e a leitura de gargalo que aponta onde ligar cada cano. O esqueleto é o mesmo; a pele é montada no seu negócio.
Captação mínimaLeio o gargalo, ajusto e transformo o piloto num fluxo que se sustenta. Tráfego é médio-longo prazo, e eu te digo isso na cara.
Roda e ganha forçaUm diagnóstico ao vivo. Em meia hora eu examino a sua presença: perfil, anúncios ativos, página, o caminho até o WhatsApp, o tempo de resposta, e aponto na tela os vazamentos reais.
Clareza sobre por onde o seu negócio perde dinheiro hoje. Mesmo que a gente nunca mais se fale, você sai sabendo o que ninguém tinha te mostrado.
Eu peço só uma coisa: olha a tela comigo. Se eu apontar o que você já sabia, você perdeu meia hora. Se eu apontar o que ninguém te mostrou, aí você decide o próximo passo, no seu tempo.
Enter abre a ficha de triagem: 2 minutos, uma pergunta por vez
Meia hora, na real. O primeiro olhar é por minha conta.
Nem todo negócio está pronto pra anunciar. E a maioria aqui da região nem precisa de anúncio pra perder cliente — perde antes, no furo 03: a Página e o Perfil. É o negócio que construiu reputação de verdade no balcão, anos de boca a boca, avaliação boa de quem já foi. Só que o Google não mostra nada disso pra quem está procurando agora. Quem já te conhece, te acha. Quem procura pelo lado de lá — o morador novo, o turista, quem digita “perto de mim” — acha o concorrente de perfil bonito a trezentos metros.
Esse é o furo mais barato de estancar. Antes de qualquer verba, a gente arruma o que já é seu: o perfil do Google no lugar, um site que responde à busca da sua cidade, e a presença preparada pra quem pergunta em voz alta ou pra uma IA “qual o melhor da região”. É a mesma dor de sempre — dinheiro escapando —, só que aqui ele escapa antes do clique, na hora em que o cliente decide sozinho e nem passa por você.
É o mesmo exame. A diferença é que a gente estanca o furo mais barato primeiro, e o anúncio fica pra depois — sobe quando a sua presença já converte. Pagar tráfego pra cair num perfil pela metade é acelerar o vazamento, não conter. Isso eu faço de perto em São Pedro, Águas de São Pedro, Piracicaba e região; e na sua tela, remoto, pro resto do Brasil.
Categoria certa, horário que bate no feriado, resposta em toda avaliação, pra você disputar “perto de mim” e “abertos agora” na sua cidade.
Não panfleto na gaveta, mas página construída pra quem procura o seu serviço na região.
Pra quando alguém pergunta pro assistente ou pra uma IA “qual o melhor da região”, e a resposta puxa o seu nome.
O exame local é mais curto: quinze minutos, contra a meia hora do Raio-X completo de captação. Furo menor, exame mais rápido.
Eu não tenho fama, e não vou fingir que tenho. O que eu tenho é prova. E ela vem em camadas.
Eu aponto, na tela do seu próprio negócio, furos que você não via. Prova de enxergar o que ninguém mostrou, não promessa de futuro.
Já montei, no meu próprio negócio, sistemas de captação e conteúdo que rodam e entregam. Quando eu prescrevo uma máquina, é porque montei a minha.
Assumi um negócio do zero: marca, site, estratégia inteira. Ela projetava três anos pra chegar onde queria; o caminho mira meses. Honesto justamente por estar em andamento.
Abri uma loja de semijoias masculinas do zero e, em pouco mais de um ano, faturava cinco dígitos todo mês, num dos jogos mais difíceis que existem. Método, não sorte.
Resultado de mídia é médio-longo prazo. A prova que eu te dou antes de qualquer conta não é campanha performando. É o diagnóstico que ninguém nunca te deu. Pra quem já foi enganado, isso vale mais do que qualquer print.
Você não tem medo de que eu não performe. Tem medo de pagar e não receber nada palpável, de novo. Então o jeito que eu trabalho é desenhado em cima disso: se ao final do ciclo você não tiver uma captação montada, operando e documentada, eu sigo trabalhando sem custo até entregar.
Prometer número seria a mentira que me igualaria ao último que te queimou.
Especialista que atende todo mundo vira executor barato. Pra proteger o padrão do meu diagnóstico, eu digo não pra quem não é um par, e sim pra quem quer enxergar antes de gastar.
Desde moleque eu era o que organizava o caos: grêmio, projetos, eventos. Fui pro comércio e pras vendas carregando uma pergunta que nunca me largou: como é que eu chego nesse cliente? Estudei marketing aplicável e inteligência de mercado: o que os números dizem por baixo do comportamento das pessoas.
Provei pra mim mesmo abrindo a loja de semijoias do zero e chegando no difícil. As pessoas sempre me procuraram pra resolver algum problema: olhar pra uma bagunça, achar o gargalo de verdade, e construir a lógica que transforma atenção em cliente.
“Você é quem constrói o seu negócio. Eu sou quem olha junto e enxerga onde está o nó.”
Você tem razão em desconfiar: o mercado está cheio de quem promete antes de provar. Deixa eu te perguntar: quando você diz que não funcionou, o que exatamente não funcionou? Não clicaram? Clicaram e não chamaram? Chamaram e não fecharam? “Não funcionou” quase sempre é um furo específico, e é esse furo que eu te mostro no Raio-X.
Então a gente não vai queimar. O Raio-X é por minha conta, e você não precisa entrar na captação inteira de cara: dá pra começar por uma rampa leve, com risco baixo, só pra gerar dados e maturar. Você me testa antes de qualquer coisa maior. E o que eu montar, eu garanto entregar rodando e documentado.
Concordo, e é por isso que eu não chego com receita pronta. Antes de te falar qualquer coisa, eu já olhei o seu perfil, os seus anúncios, o seu caminho até o WhatsApp. No Raio-X eu te mostro o que eu vi no seu negócio, não em negócio nenhum genérico.
Nem eu quero te prender. Contrato longo é o que os outros usam pra te segurar antes de provar. A gente começa com um ciclo de escopo fechado, com começo e fim claros. Se fizer sentido continuar, a gente continua. Se não, você fica com o que foi montado do mesmo jeito. A recorrência eu conquisto entregando, não na assinatura.
Você vai saber olhando a tela comigo. Se eu apontar coisa que você já sabia, perdeu meia hora. Se eu apontar o que ninguém te mostrou, aí você decide.
Você não vai precisar entender de pixel, CPA nem remarketing pra saber se está funcionando. O meu trabalho é te entregar clareza, não jargão: eu te mostro onde vazava, o que eu fiz e o que mudou, em português. Se você não entender o que eu fiz, eu falhei.
Depende do tamanho do furo — e furo eu só afirmo depois de examinar. Marcar preço antes do exame é o que faz o outro empurrar a caixa na porta sem consultar o paciente. Me dá o tempo do Raio-X com a tela aberta: primeiro eu te mostro onde vaza. A proposta vem depois, clara, com escopo fechado, começo e fim marcados, e tudo registrado no seu nome. Se eu não te mostrar nada, a conversa morre ali e você não perdeu nada.
Cada Raio-X exige exame de verdade. Não dá pra fazer em linha de montagem. Como eu estou montando os meus primeiros casos agora, os primeiros clientes entram com acompanhamento mais próximo, em troca de eu poder documentar o resultado como caso. Quando essas vagas fecharem, a condição muda. Não é data inventada num contador. É a verdade da operação.